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 Um dos maiores portais de notícias jurídicas do Brasil, o Migalhas comentou o impasse na escolha da lista na edição desta terça (10) de seu boletim diário

Confusão envolvendo lista tríplice do TRT é destaque no Migalhas

Um dos maiores portais de notícias jurídicas do Brasil, o Migalhas comentou o impasse na escolha da lista na edição desta terça (10) de seu boletim diário

Um dos mais prestigiados portais de notícias jurídicas do país, o “Migalhas“, comentou nesta terça-feira (10), em seu boletim informativo diário, o caso que envolve a lista tríplice, de onde deverá sair o próximo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-21).

O portal intitulou o fato como o “Imbróglio no TRT da 21ª Região“, e resumiu um pouco o fato que considera como ‘curioso’, contando a história da seleção, realizada no último dia 15 de agosto, e que ainda não chegou às mãos do presidente da República, Jair Bolsonaro, que deverá indicar o próximo membro da Corte trabalhista no RN.

O caso envolve o voto de minerva do Presidente do TRT-21, desembargador Bento Herculano, na escolha do segundo nome da lista. A votação estava empatada entre os advogados Eduardo Rocha e Marisa Almeida, sendo esta última, a escolha do presidente da Corte.

Veja a seguir a nota publicada no portal Migalhas, que explica o porquê deste voto estar sendo motivo de discussão no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Imbróglio no TRT da 21ª região
O CNJ se debruça na próxima sessão em um caso curioso. Ao formar a lista tríplice do quinto da advocacia no TRT-21, a Corte potiguar, no último dia 15 de agosto, escolheu, entre os advogados, a ex-esposa do atual presidente. Como se não bastasse, tal se deu com voto do próprio desembargador na ex-esposa, com quem tem filha em comum e de quem é sócio de empreendimento e instituto. A resposta do desembargador no procedimento aberto no CNJ é recheada de explicações para cada um dos fatos, de modo a mostrar, por si só, o quão constrangedor isso é. Ao final, ele pode até vir a ter razão, mas essas questões de suspeição devem seguir a máxima da mulher de César: não basta ser, é preciso também parecer ser. E, como é bem de ver, não é o caso. (PCA 0006011-11.2019.2.00.0000)”